quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O Batismo de João

O primeiro humano autorizado por Deus a realizar o batismo em água foi João, filho de Zacarias e de Isabel. (Lu 1:5-7, 57) O próprio fato de que era conhecido como "João Batista" ou "o batizador" (Mt 3:1; Mr 1:4) dá a entender que o batismo ou imersão em água veio à atenção do povo especialmente por meio de João, e as Escrituras provam que seu ministério e seu batismo provinham de Deus; não se originavam de João. Suas obras foram preditas pelo anjo Gabriel como procedentes de Deus (Lu 1:13-17), e Zacarias profetizou pelo Espírito Santo que João seria um profeta do Altíssimo, para aprontar os caminhos do Senhor. (Lu 1:68-79) Jesus confirmou que o ministério e o batismo de João procediam de Deus. (Lu 7:26-28) O discípulo Lucas registra que "veio a declaração de Deus a João, filho de Zacarias, no ermo. Ele percorreu assim . . . pregando o batismo". (Lu 3:2, 3) O apóstolo João declara sobre ele: "Surgiu um homem enviado como representante de Deus: seu nome era João." — Jo 1:6.

O SENHOR É MEU PASTOR

SENHOR, TE AGRADECEMOS A TUA ETERNA PROTEÇÃO. O BOM PASTOR SEMPRE CUIDARÁ E GUIARÁ SUAS OVELHAS.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Biblia Online

Pesquise nas Escrituras
[ Ex.: graça | Ex.: Gn 1:1-10 ]

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O valor da inerrância bíblica

Por toda a história da igreja, tem ficado claríssimo e bem entendido que a Bíblia, como Deus no-la concedeu, está livre de erro. À exceção dos grupos heréticos que romperam com a igreja, presumia-se que as Escrituras eram dotadas de total autoridade e dignas de confiança em tudo quanto afirmavam ser factual, quer se tratasse de teologia, quer de história, quer de ciência. Nos dias da Reforma protestante, assim afirmou Lutero: "Quando as Escrituras falam, Deus fala". Até mesmo seus oponentes católicos romanos tinham essa convicção, embora tendessem a colocar a tradição eclesiástica quase no mesmo nível de autoridade da Bíblia. Desde os dias dos primeiros gnósticos, com quem Paulo contendeu, até o advento do deísmo, no século XVIII, não se manifestavam dúvidas com respeito à inerrância das Escrituras. Até mesmo unitaristas como Socíno e Miguel de Serveto baseavam sua posição na infabilidade das Escrituras.(1982, de Gleason L. Archer pág. 17)